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Equipe técnica discute próximas etapas e metodologia para diagnóstico do saneamento rural em Mogi das Cruzes

O grupo de trabalho encarregado pelo levantamento técnico e social para elaboração de um Plano Municipal de Saneamento Rural realizou, nesta quinta-feira (15/12), mais uma etapa do processo de organização dos dados com uma reunião de avaliação da metodologia e dos questionários que serão aplicados na área rural da cidade para um diagnóstico das condições de cada local.

O encontro, realizado na Prefeitura de Mogi das Cruzes, contou com a presença de técnicos de várias secretarias e do Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae), que coordena os trabalhos junto com a Secretaria Municipal de Agricultura.

A equipe presta assessoria à Fundação Nacional de Saúde (Funasa) na elaboração de um projeto-piloto de investimentos em saneamento rural nos municípios do Estado de São Paulo.

A entidade federal, que é vinculada ao Ministério da Saúde, está elaborando o projeto “Levantamento Técnico para Orientação de investimentos em Saneamento Rural nos Municípios do Estado de São Paulo”, em parceria com a Fundação Carlos Alberto Vanzolini e prefeituras paulistas.

Mogi das Cruzes foi um dos quatro municípios selecionados para o desenvolvimento da metodologia utilizada no levantamento técnico, cujo produto final será a minuta de um Plano Municipal de Saneamento Rural que deve servir de referência para todo o país.

Durante a reunião desta quinta, o engenheiro ambiental do Semae Gabriel Sousa Alves apresentou o cronograma de atividades e os dados disponibilizados pelas diversas secretarias, como o mapeamento técnico da Secretaria de Agricultura e as condições de saneamento nas propriedades rurais, além de um levantamento da Secretaria de Saúde sobre doenças de veiculação hídrica associadas à falta de saneamento, entre outros dados já sistematizados.

Na sequência, a equipe discutiu a estrutura do questionário, que ainda deverá ser aprovado, junto com a definição das comunidades/unidades rurais a serem visitadas.

O diretor-geral do Semae, Francisco Cochi Camargo, fez um balanço positivo do encontro e enfatizou a importância da iniciativa. “Quando se fala em saneamento rural, estamos buscando soluções com uma melhora substancial na saúde, na educação, na assistência social… Enfim, são várias áreas beneficiadas”.

Também participaram da reunião o diretor-geral adjunto do Semae, Michel Reche Beraldo, os secretários municipais André Saraiva (Verde e Meio Ambiente) e Rodolfo Marcondes (adjunto de Agricultura), o diretor de Agronegócio da Secretaria de Agricultura, João Paulo Rodrigues Alves Pereira, e os representantes da Fundação Carlos Alberto Vanzolini, Roseane Lopes de Souza e Rodolfo Maccagnan.

Grupo de trabalho discute ações para implementação de saneamento rural

O grupo de apoio técnico do Semae e da Prefeitura de Mogi das Cruzes, que dá assessoria à Fundação Nacional de Saúde (Funasa) na elaboração de um projeto de investimentos em saneamento rural nos municípios do Estado de São Paulo, realizou, na quarta-feira (07/12), uma reunião de trabalho para discutir os estudos já concluídos e os próximos passos para o levantamento de dados.

A Funasa está elaborando o projeto “Levantamento Técnico para Orientação de investimentos em Saneamento Rural nos Municípios do Estado de São Paulo”, fruto da parceria da entidade em São Paulo com a Fundação Carlos Alberto Vanzolini e prefeituras paulistas.

Mogi das Cruzes foi um dos quatro municípios selecionados para o desenvolvimento da metodologia utilizada no levantamento técnico, trabalho que deve ser desenvolvido também nas demais cidades do Estado.

O Semae, em parceria com as secretarias municipais, acompanha os trabalhos da Funasa com a Fundação Carlos Alberto Vanzolini para proposta de estratégias territorializadas de atuação governamental, por meio de documentos, relatórios e planos, de acordo com as reais necessidades locais, para orientar os investimentos da Funasa.

No dia 15 de dezembro, a cidade receberá a visita de representantes da superintendência paulista da Funasa e da Fundação Carlos Alberto Vanzolin para discussão do projeto, que terá como produto final a minuta de um Plano Municipal de Saneamento Rural

Em Mogi das Cruzes, o grupo técnico de trabalho é formado pelas secretarias municipais de Assuntos Jurídicos, Educação, Infraestrutura Urbana, Planejamento e Urbanismo, Saúde, Transparência e Comunicação Social e Verde e Meio Ambiente, além da Coordenadoria de Habitação, sob coordenação do Semae e Secretaria de Agricultura.

“Dos quatro municípios selecionados para o projeto-piloto, Mogi das Cruzes destaca-se pelo número de informações que já estão sistematizadas e formatadas pelos diversos setores envolvidos e pelos dados já cadastrados”, afirma o diretor-geral do Semae, Francisco Cochi Camargo.

O município já tem prontas diversas ações desenvolvidas pela Secretaria de Agricultura junto ao setor rural, diagnóstico de escolas rurais, dados sobre doenças de veiculação hídrica na área rural, relatório específico da zona rural elaborado pela Coordenadoria de Habitação e experiência adquirida em saneamento rural, pelo Semae e a Secretaria de Agricultura, por meio do programa Mogi Mais Água.

Mogi das Cruzes segue entre as melhores cidades do País em saneamento

Entre as 100 maiores cidades brasileiras, Mogi das Cruzes ficou em 54º lugar no mais recente Ranking de Saneamento 2022, elaborado pelo Instituto Trata Brasil e divulgado nesta terça-feira (22/03), Dia Mundial da Água. O estudo tem como base os dados do Ministério do Desenvolvimento Regional, em seu Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), com a situação dos serviços de água e esgoto no país em 2020, como indicadores de acesso à água potável, coleta e tratamento dos esgotos.

Mogi segue com bons indicadores, que a colocam à frente de várias capitais, como Cuiabá (55ª posição), Florianópolis (60ª), Aracajú (63ª), Natal (72ª), Fortaleza (76ª), Recife (83ª), Teresina (84ª), São Luís (85ª), Manaus (89ª) e Maceió (91ª), entre outras.

Para melhorar de forma constante os índices, o Semae vem investindo na melhoria e ampliação dos serviços de saneamento. Na área de abastecimento de água, o destaque é a Setorização da Região Leste, que é uma divisão de uma grande área de distribuição em sistemas menores para aperfeiçoar o fornecimento de água, agilizar manutenções e diminuir perdas.

Os bairros são os atendidos pela Estação de Tratamento de Água (ETA) do Socorro, e vão de Sabaúna à Vila Oroxó, passando por Botujuru, todo distrito de Cezar de Souza, Jardim Maricá, Ponte Grande, Jardim Aracy e Itapety, ao longo da margem direita do rio Tietê. O investimento total previsto nas obras de setorização da região leste é de R$ 10 milhões, incluindo os materiais.

Quanto à coleta e tratamento de esgoto, entre os principais investimentos estão as obras de esgotamento sanitário do Botujuru e parte de Cezar de Souza, com investimento de R$ 37,3 milhões, e de esgotamento sanitário em Jundiapeba (R$ 9,5 milhões).

A duas obras são gerenciadas pela Prefeitura e, após a conclusão, o Semae assumirá a operação dos sistemas.
 

Viva Mogi
O saneamento também e um dos eixos do Viva Mogi, que é um amplo projeto de investimento em intervenções urbanísticas, de mobilidade e meio ambiente, com recursos do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF).

Na área de saneamento, estão previstas a ampliação da capacidade da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Cezar de Souza (licitação já concluída), que passará de 230 litros por segundo para 460 litros por segundo.

Também serão implantadas redes de abastecimento de água e de coleta de esgoto em Cezar de Souza, além do saneamento ambiental do Córrego Lavapés e Córrego dos Corvos.

Mogi tem 44º melhor serviço de saneamento entre as 100 maiores cidades, aponta ranking

Mogi das Cruzes tem o 44º melhor serviço de saneamento entre as 100 maiores cidades brasileiras. É o que mostra o Ranking de Saneamento 2021, elaborado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados e divulgado esta semana. O município registrou indicadores melhores que 16 capitais, como Vitória (48ª posição), Aracajú (56ª) e Cuiabá (60ª), e de cidades maiores e mais ricas, como Osasco (46ª) e São Bernardo do Campo (55ª). Mogi também avançou nove posições (estava em 53º lugar no Ranking 2020).

O estudo tem como base os dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), com a situação dos serviços de água e esgoto no Brasil em 2019. O levantamento anual avalia os indicadores de acesso à água potável, coleta e tratamento dos esgotos nos cem maiores municípios do país.

Para melhorar de forma constante os índices, o Semae vem investindo na melhoria e ampliação dos serviços de saneamento. Na área de abastecimento de água, o destaque é a Setorização da Região Leste, que é uma divisão de uma grande área de distribuição em sistemas menores para aperfeiçoar o fornecimento de água, agilizar manutenções e diminuir perdas.

Os bairros são os atendidos pela Estação de Tratamento de Água (ETA) do Socorro, e vão de Sabaúna à Vila Oroxó, passando por Botujuru, todo distrito de Cezar de Souza, Jardim Maricá, Ponte Grande, Jardim Aracy e Itapety, ao longo da margem direita do rio Tietê. O investimento total previsto nas obras de setorização da região leste é de R$ 6,7 milhões.

Na área de coleta e tratamento de esgoto, entre os principais investimentos estão as obras de esgotamento sanitário do Botujuru e parte de Cezar de Souza, com investimento de R$ 37,3 milhões, e de esgotamento sanitário em Jundiapeba (R$ 9,5 milhões).

A duas obras são gerenciadas pela Prefeitura e, após a conclusão, o Semae assumirá a operação dos sistemas. Também em Jundiapeba, a autarquia investe R$ 4,3 milhões na reforma e modernização da Estação Elevatória de Esgoto Indonésia, que ampliará a capacidade de bombeamento/tratamento de esgoto no distrito.

“São investimentos pesados, que muitas vezes não aparecem (visualmente), mas fazem toda a diferença para a saúde e conforto da população, com garantia de abastecimento de água e esgoto coletado e tratado”, afirma o diretor-geral do Semae, Marcelo Vendramini.

Para o prefeito Caio Cunha, além de atender a necessidades fundamentais dos munícipes, o saneamento ambiental expande um direito social. “O saneamento, pensado e desenvolvido de forma estratégica, proporciona um crescimento sustentável e não esgota recursos para o futuro de nossa cidade.”