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Consequências da forte chuva afetam abastecimento de água em 4 bairros, nesta sexta-feira (03/02)

A forte chuva que atingiu Mogi das Cruzes na noite de quinta-feira (02/02) provoca reflexos no abastecimento em quatro bairros da cidade, nesta sexta (03). Na Vila Ressaca, a queda do muro do córrego que passa pela rua Paraguaçu levou junto parte da tubulação. Também como consequência da tempestade, houve queda de energia na estação de bombeamento de Taiaçupeba, afetando a distribuição de água no distrito.

Para realizar o reparo na rua Paraguaçu, foi necessário fechar os registros, o que deixa a Vila Ressaca temporariamente sem água. A previsão do Semae é concluir a manutenção no período da tarde.

A autarquia acionou a EDP para solucionar da queda de energia em Taiacupeba e aguarda os serviços da empresa. No distrito, a estação elevatória atende Taiaçupeba, Chácara Santa Lúcia e Jardim Fukamizu.

Para evitar problemas de desabastecimento, o Semae recomenda aos moradores utilizar com economia a água armazenada em suas caixas d’água. Mais informações pelo telefone 115.

Período de chuvas sobrecarrega sistema de esgoto e reforça necessidade de separação das redes

Em mais um período chuvoso, o Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae) reforça as orientações aos moradores para a correta separação dos sistemas de drenagem e de esgoto nas residências. Esta semana, as chuvas intensas provocaram sobrecarga na rede de esgotamento de Jundiapeba, o que causa transtornos como extravasamentos na rua. Nenhuma rede de esgoto está projetada para receber água pluvial. As tubulações, portanto, não podem “se misturar”.

O normal é que as calhas e os ralos do quintal conduzam a água da chuva para as guias nas ruas, de onde segue para as bocas de lobo e galerias e, na sequência, até os córregos e rios da cidade.

“As tubulações das casas que partem das calhas e dos ralos do quintal não podem ser ligadas no esgoto. Se isso acontecer, fatalmente vai provocar problema na rede de esgotamento, principalmente em dias de chuva intensa, e consequentemente transtornos ao Semae e aos próprios moradores”, explica Anderson Amorim, diretor do Departamento de Esgoto da autarquia.

“Com as chuvas fortes os últimos dias, tivemos muitos casos de rede cheia e extravasamento em Jundiapeba. O interceptor da Sabesp também ficou cheio e com pouca vazão. Entramos em contato com a empresa, que informou que as estações elevatórias estavam em pleno funcionamento. Se o bombeamento estava funcionando e a tubulação ficou cheia, é um sinal de água de chuva na rede de esgoto, o que ultrapassa a capacidade do sistema”, afirma o diretor.

O aumento das chuvas no início do ano também eleva a necessidade de manutenção no sistema de esgoto, devido ao acúmulo de terra que é levada pelas águas pluviais para dentro das tubulações.

Misturar as redes pode ocasionar vazamentos em tampões de rede de esgoto – visíveis nas ruas e avenidas após dias chuvosos – e entupimentos de tubulação.

Outro tipo de ocorrência comum é o retorno de esgoto para dentro das casas: isso acontece porque o volume de chuva que chega às tubulações de esgotamento é muito grande, superando a capacidade de vazão do sistema de esgoto e voltando para dentro das residências, causando transtornos aos moradores.

“Nesta época do ano, aumenta muito a demanda de manutenção por conta da água de chuva que enche a rede de terra, com a necessidade de hidrojateamento (limpeza com uso de jatos d’água)”, destaca Amorim.
 
Nas ações de reparo, são utilizados os caminhões combinados da autarquia, que fazem a sucção dos detritos acumulados na rede e o jateamento com água sob pressão, no interior dos canos.

Esta solução é apenas emergencial. Para resolver o problema de forma definitiva, é necessário que cada morador faça uma verificação do sistema de escoamento de água de sua residência.
 
Uso da rede
Outro problema muito recorrente é o lançamento de materiais sólidos no sistema de esgoto. É comum as equipes responsáveis pela manutenção retirarem das tubulações vários detritos como gordura solidificada, preservativos, fraldas, lenços umedecidos, pedaços de pano e excesso de papel higiênico, por exemplo. São materiais que jamais poderiam estar na tubulação de esgoto.

O resultado também são entupimentos e vazamentos que geram transtornos para a população, como retorno de esgoto para dentro dos imóveis, mau cheiro nas ruas e bloqueios no trânsito para os serviços de reparo, além de despesas para a autarquia devido ao deslocamento de funcionários e equipamentos.

“O mau uso da rede eleva muito o nosso custo operacional, pois aumenta a necessidade de limpeza das redes, das estações elevatórias e dos cestos de gradeamento (estruturas que bloqueiam a passagem do material sólido nas estações elevatórias e de tratamento)”, conclui o diretor.

Semae realiza reparo em vazamento na rede de abastecimento de água de Jundiapeba

Uma equipe técnica do Semae está trabalhando, desde as 10 horas desta sexta-feira (27/1), no reparo de um vazamento que aconteceu no sistema de abastecimento de água de Jundiapeba. Para a realização do trabalho, foi necessário interromper o fornecimento. A previsão inicial é de que o reparo seja concluído ainda hoje. 

A recomendação do Semae é para que os moradores utilizem água com moderação, para manter as caixas cheias e assim garantir o abastecimento enquanto os trabalhos estiverem sendo executados. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 115.

Obra de esgoto interditará faixa da Mogi-Dutra no sábado (21) e no domingo (22)

Neste sábado (21/01) e domingo (22), o Semae fará uma obra de interligação de redes de esgoto na rodovia Mogi-Dutra, em frente ao posto de combustíveis Shell. No sábado, será necessário fechar uma faixa da pista sentido Arujá e, no domingo, uma faixa no sentido Mogi das Cruzes. Esta alternância foi definida de forma a não prejudicar o fluxo de motoristas na ida e retorno do litoral. Nos dois dias, o trabalho será realizado das 7h às 17h e os veículos poderão circular pela outra faixa da pista.

Obra de esgoto interditará trânsito na alameda Santo Ângelo e recuo de ônibus na Lourenço de Souza Franco

O Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae) fará uma extensão de redes de esgoto num pequeno trecho da área central de Jundiapeba, e durante parte dos trabalhos, dos dias 23 a 25 de janeiro, será necessário interditar a alameda Santo Ângelo, entre a rua Dolores de Aquino e a avenida Lourenço de Souza Franco, que terá a faixa de recuo de ônibus fechada, no mesmo período. A autarquia explica que o objetivo da obra é melhorar o atendimento de coleta e tratamento de esgoto local.

Novo reservatório ampliará capacidade de abastecimento na região da Vila Suíssa

A área de abastecimento da Vila Suíssa, no distrito de Cezar de Souza, ganhará um importante reforço na distribuição de água com a construção de mais um reservatório, de 2,5 milhões de litros. A unidade elevará a disponibilidade hídrica para 4,5 milhões de litros, já que se somará ao reservatório que opera atualmente e tem capacidade para 2 milhões de litros. A obra é executada por meio de uma contrapartida da iniciativa privada devido à implantação de novas unidades habitacionais na região. O trabalho é acompanhado e fiscalizado pelo Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae).

A previsão do Departamento Técnico da autarquia é de que o reservatório adicional entre em operação este ano.

Além de atender a região dos empreendimentos, este reforço no abastecimento acompanhará o crescimento da região abastecida pelo reservatório Vila Suíssa, que inclui os bairros Botujuru, Conjunto Cláudia, Jardim Cíntia, Jardim Juliana, Residencial Veredas, Vila Horizonte, Vila São Paulo e Vila Paulicéia.

Extensão de redes
Também como resultado de contrapartida por empreendimentos habitacionais, a região recebeu um reforço no sistema de distribuição de água com a extensão de redes a partir do reservatório do bairro. As novas tubulações foram implantadas nas ruas Euclides da Cunha, Maria do Nascimento Boz Vidal e João Ribeiro, totalizando 860 metros.

A tecnologia empregada na implantação da nova tubulação foi o método não-destrutivo, que faz escavações em pontos específicos da rua para evitar a abertura de valas em grandes extensões das vias.

Obra de abastecimento interditará trânsito na rua João Batista Monteiro e faixa da Perimetral, na Vila Pomar

O Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae) fará a interligação da rede de água da Vila Pomar para futura operação do novo reservatório do bairro, o que proporcionará melhorias no abastecimento da região. O trabalho está programado para começar às 8h de terça-feira (17/01) e ser concluído no final da tarde de quarta (18). No período, será necessário interditar um trecho de aproximadamente 100 metros da rua João Batista Monteiro, próximo ao encontro com a avenida Álvaro de Campos Carneiro (Perimetral), que também terá uma faixa bloqueada em frente ao reservatório, na pista sentido Mogi-Bertioga.

Além da Vila Pomar, o novo reservatório, com capacidade para 8 milhões de litros (40 vezes maior que o atual, de 200 mil litros) também atenderá outros bairros da região, com futuras interligações da rede de distribuição.

Semae implanta tecnologia mais eficiente para operação e lavagem de filtros da ETA Centro

O Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae) implantou um sistema mais moderno e eficiente para a lavagem dos filtros que são utilizados na Estação de Tratamento de Água (ETA) Centro. O que era feito de forma mecânica e hidráulica agora é operado por painéis digitais sensíveis ao toque, o que garante mais segurança operacional e agilidade para abertura e fechamento de válvulas e acionamento de bombas, já que muitas delas tinham de ser ligadas manualmente.

A nova tecnologia de automação do processo integra a primeira etapa de modernização do tratamento da água, que recentemente incluiu a reforma dos filtros e instalação de linha de ar para retrolavagem. O objetivo é modernizar os procedimentos e prolongar a vida útil dos filtros, que são estruturas importantes para garantia da qualidade no tratamento.

A autarquia reformou a estrutura e impermeabilizou os filtros, substituiu válvulas de descarga e instalou os equipamentos de automação, como transmissores de nível, painéis de comando, infraestrutura de cabeamento e comunicação de dados, entre outros. O investimento nesta primeira fase foi de R$ 3,9 milhões.

A ETA Centro é o principal sistema de produção de água do Semae e mantém o abastecimento de mais de 200 mil habitantes, que correspondem a cerca de 50% do consumo de água tratada no município.

A reforma dos filtros acompanha outras ações para melhorar a eficiência na operação da distribuição de água. Em 2021, também na ETA Centro, a autarquia concluiu a implantação de um novo sistema para aumentar a agilidade durante a limpeza dos decantadores (tanques utilizados para remoção de partículas).

O sistema era composto por três decantadores, com dois pontos de limpeza por jateamento cada um. Após as intervenções, passaram a ser cinco pontos por decantador.

O Semae também reformou outros seis filtros da ETA Centro, o que deu mais eficiência ao processo de produção e distribuição de água potável: as seis unidades tiveram um acréscimo na capacidade de tratamento, passando de 120 para 180 litros de água por segundo – um volume equivalente à capacidade média de tratamento de toda ETA Leste, no Socorro, por exemplo.

A reforma incluiu a substituição de ramais, difusores, crepinas (componentes para retenção de partículas sólidas) e demais elementos filtrantes, além de pintura própria para estruturas sujeitas a umidade constante.

Semae orienta para uso correto de caixa de inspeção de esgoto

O Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae) orienta os moradores sobre a forma correta de manter as caixas de inspeção de esgoto, que são aquelas estruturas de alvenaria/concreto instaladas geralmente nas calçadas, e que facilitam o acesso à tubulação para limpeza e desobstrução. O Regulamento Geral da autarquia (decreto 17.576/2018) estabelece as normas para construção e manutenção do dispositivo – trabalhos que são de responsabilidade do morador. Uma das principais regras é que as caixas devem ser mantidas com tampas não lacradas.

O artigo 71 do regulamento detalha que as caixas de inspeção, também chamadas de Terminal de Inspeção e Limpeza (TIL), devem ter tampas com fecho hermético (totalmente fechado), mas sem qualquer impedimento para eventuais manutenções e no mesmo nível do passeio público. As tampas, caso estejam lacradas, devem ser abertas pelos proprietários.

Muitas vezes, as equipes de fiscalização e manutenção do Semae têm dificuldade para realizar seu trabalho pelo fato de as tampas estarem lacradas.

“Entre outros problemas, a caixa de inspeção lacrada impede a visualização das condições do dispositivo e atrasa a solução do problema, já que a equipe tem de retornar em outro dia, quando o morador tiver providenciado a abertura da tampa”, afirma o encarregado Aldemir Matos, que atua no Departamento de Operações do Sistema de Esgotamento Sanitário da autarquia.

“A caixa de inspeção, quando não está lacrada, facilita a vida do próprio morador, que pode identificar problemas de entupimento na rede interna do imóvel. Por exemplo: se o esgoto estiver retornando pelo vaso sanitário e a caixa de inspeção estiver seca, é um indicativo de que a obstrução está na tubulação do imóvel e não na rede da rua”, exemplifica o encarregado.

O fiscal Solano Primo Bentos, que no dia a dia se depara com o problema de tampas lacradas nos imóveis, conta que há situações em que o morador não está na casa e é necessário fazer várias tentativas para localizar o responsável pelo imóvel.

“A caixa de inspeção correta traz segurança para o usuário (morador). Num caso de entupimento na rede do Semae, por exemplo, se a caixa de inspeção não estiver lacrada, como deve ser, o esgoto extravasa na tampa, até que façamos a desobstrução. Este vazamento na calçada não deixa de ser um incômodo, mas com um impacto muito menor do que o retorno para dentro do imóvel, o que pode ocorrer se a tampa estiver lacrada”, exemplifica o diretor do Departamento, Anderson Amorim.

O Semae prioriza o trabalho de orientação, mas manter a tampa lacrada pode levar a multas previstas no regulamento: 10 Unidades Fiscais do Município (UFMs) para residências, 20 UFMs para clientes comerciais e 50 UFM para instalações industriais.

O valor da UFM em 2023 é de R$ 222,54.

Equipe técnica discute próximas etapas e metodologia para diagnóstico do saneamento rural em Mogi das Cruzes

O grupo de trabalho encarregado pelo levantamento técnico e social para elaboração de um Plano Municipal de Saneamento Rural realizou, nesta quinta-feira (15/12), mais uma etapa do processo de organização dos dados com uma reunião de avaliação da metodologia e dos questionários que serão aplicados na área rural da cidade para um diagnóstico das condições de cada local.

O encontro, realizado na Prefeitura de Mogi das Cruzes, contou com a presença de técnicos de várias secretarias e do Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae), que coordena os trabalhos junto com a Secretaria Municipal de Agricultura.

A equipe presta assessoria à Fundação Nacional de Saúde (Funasa) na elaboração de um projeto-piloto de investimentos em saneamento rural nos municípios do Estado de São Paulo.

A entidade federal, que é vinculada ao Ministério da Saúde, está elaborando o projeto “Levantamento Técnico para Orientação de investimentos em Saneamento Rural nos Municípios do Estado de São Paulo”, em parceria com a Fundação Carlos Alberto Vanzolini e prefeituras paulistas.

Mogi das Cruzes foi um dos quatro municípios selecionados para o desenvolvimento da metodologia utilizada no levantamento técnico, cujo produto final será a minuta de um Plano Municipal de Saneamento Rural que deve servir de referência para todo o país.

Durante a reunião desta quinta, o engenheiro ambiental do Semae Gabriel Sousa Alves apresentou o cronograma de atividades e os dados disponibilizados pelas diversas secretarias, como o mapeamento técnico da Secretaria de Agricultura e as condições de saneamento nas propriedades rurais, além de um levantamento da Secretaria de Saúde sobre doenças de veiculação hídrica associadas à falta de saneamento, entre outros dados já sistematizados.

Na sequência, a equipe discutiu a estrutura do questionário, que ainda deverá ser aprovado, junto com a definição das comunidades/unidades rurais a serem visitadas.

O diretor-geral do Semae, Francisco Cochi Camargo, fez um balanço positivo do encontro e enfatizou a importância da iniciativa. “Quando se fala em saneamento rural, estamos buscando soluções com uma melhora substancial na saúde, na educação, na assistência social… Enfim, são várias áreas beneficiadas”.

Também participaram da reunião o diretor-geral adjunto do Semae, Michel Reche Beraldo, os secretários municipais André Saraiva (Verde e Meio Ambiente) e Rodolfo Marcondes (adjunto de Agricultura), o diretor de Agronegócio da Secretaria de Agricultura, João Paulo Rodrigues Alves Pereira, e os representantes da Fundação Carlos Alberto Vanzolini, Roseane Lopes de Souza e Rodolfo Maccagnan.