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Mogi das Cruzes segue entre as melhores cidades do País em saneamento

Entre as 100 maiores cidades brasileiras, Mogi das Cruzes ficou em 54º lugar no mais recente Ranking de Saneamento 2022, elaborado pelo Instituto Trata Brasil e divulgado nesta terça-feira (22/03), Dia Mundial da Água. O estudo tem como base os dados do Ministério do Desenvolvimento Regional, em seu Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), com a situação dos serviços de água e esgoto no país em 2020, como indicadores de acesso à água potável, coleta e tratamento dos esgotos.

Mogi segue com bons indicadores, que a colocam à frente de várias capitais, como Cuiabá (55ª posição), Florianópolis (60ª), Aracajú (63ª), Natal (72ª), Fortaleza (76ª), Recife (83ª), Teresina (84ª), São Luís (85ª), Manaus (89ª) e Maceió (91ª), entre outras.

Para melhorar de forma constante os índices, o Semae vem investindo na melhoria e ampliação dos serviços de saneamento. Na área de abastecimento de água, o destaque é a Setorização da Região Leste, que é uma divisão de uma grande área de distribuição em sistemas menores para aperfeiçoar o fornecimento de água, agilizar manutenções e diminuir perdas.

Os bairros são os atendidos pela Estação de Tratamento de Água (ETA) do Socorro, e vão de Sabaúna à Vila Oroxó, passando por Botujuru, todo distrito de Cezar de Souza, Jardim Maricá, Ponte Grande, Jardim Aracy e Itapety, ao longo da margem direita do rio Tietê. O investimento total previsto nas obras de setorização da região leste é de R$ 10 milhões, incluindo os materiais.

Quanto à coleta e tratamento de esgoto, entre os principais investimentos estão as obras de esgotamento sanitário do Botujuru e parte de Cezar de Souza, com investimento de R$ 37,3 milhões, e de esgotamento sanitário em Jundiapeba (R$ 9,5 milhões).

A duas obras são gerenciadas pela Prefeitura e, após a conclusão, o Semae assumirá a operação dos sistemas.
 

Viva Mogi
O saneamento também e um dos eixos do Viva Mogi, que é um amplo projeto de investimento em intervenções urbanísticas, de mobilidade e meio ambiente, com recursos do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF).

Na área de saneamento, estão previstas a ampliação da capacidade da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Cezar de Souza (licitação já concluída), que passará de 230 litros por segundo para 460 litros por segundo.

Também serão implantadas redes de abastecimento de água e de coleta de esgoto em Cezar de Souza, além do saneamento ambiental do Córrego Lavapés e Córrego dos Corvos.

Mogi tem 44º melhor serviço de saneamento entre as 100 maiores cidades, aponta ranking

Mogi das Cruzes tem o 44º melhor serviço de saneamento entre as 100 maiores cidades brasileiras. É o que mostra o Ranking de Saneamento 2021, elaborado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados e divulgado esta semana. O município registrou indicadores melhores que 16 capitais, como Vitória (48ª posição), Aracajú (56ª) e Cuiabá (60ª), e de cidades maiores e mais ricas, como Osasco (46ª) e São Bernardo do Campo (55ª). Mogi também avançou nove posições (estava em 53º lugar no Ranking 2020).

O estudo tem como base os dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), com a situação dos serviços de água e esgoto no Brasil em 2019. O levantamento anual avalia os indicadores de acesso à água potável, coleta e tratamento dos esgotos nos cem maiores municípios do país.

Para melhorar de forma constante os índices, o Semae vem investindo na melhoria e ampliação dos serviços de saneamento. Na área de abastecimento de água, o destaque é a Setorização da Região Leste, que é uma divisão de uma grande área de distribuição em sistemas menores para aperfeiçoar o fornecimento de água, agilizar manutenções e diminuir perdas.

Os bairros são os atendidos pela Estação de Tratamento de Água (ETA) do Socorro, e vão de Sabaúna à Vila Oroxó, passando por Botujuru, todo distrito de Cezar de Souza, Jardim Maricá, Ponte Grande, Jardim Aracy e Itapety, ao longo da margem direita do rio Tietê. O investimento total previsto nas obras de setorização da região leste é de R$ 6,7 milhões.

Na área de coleta e tratamento de esgoto, entre os principais investimentos estão as obras de esgotamento sanitário do Botujuru e parte de Cezar de Souza, com investimento de R$ 37,3 milhões, e de esgotamento sanitário em Jundiapeba (R$ 9,5 milhões).

A duas obras são gerenciadas pela Prefeitura e, após a conclusão, o Semae assumirá a operação dos sistemas. Também em Jundiapeba, a autarquia investe R$ 4,3 milhões na reforma e modernização da Estação Elevatória de Esgoto Indonésia, que ampliará a capacidade de bombeamento/tratamento de esgoto no distrito.

“São investimentos pesados, que muitas vezes não aparecem (visualmente), mas fazem toda a diferença para a saúde e conforto da população, com garantia de abastecimento de água e esgoto coletado e tratado”, afirma o diretor-geral do Semae, Marcelo Vendramini.

Para o prefeito Caio Cunha, além de atender a necessidades fundamentais dos munícipes, o saneamento ambiental expande um direito social. “O saneamento, pensado e desenvolvido de forma estratégica, proporciona um crescimento sustentável e não esgota recursos para o futuro de nossa cidade.”