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Plano prevê investimentos de R$ 2 bi para universalização e maior eficiência no saneamento
Mogi das Cruzes precisará de R$ 2 bilhões para universalizar e melhorar a eficiência dos serviços de água e esgoto na cidade até 2045. A previsão é do Plano Municipal de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário do Município (PMAE), cuja versão preliminar foi apresentada na manhã desta terça-feira (13/01), em audiência pública realizada na Prefeitura. Em números exatos, a estimativa é de R$ 2.002.514.734,63, considerando as metas de curto, médio e longo prazos.
Pouco mais da metade desse valor (R$ 1.147.211.101,51) será destinada a investimentos considerados de curto e médio prazos, para cumprimento das metas de universalização estabelecidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento Básico (Lei Federal 14.026/2020), que são 99% da população com água potável e 90% com coleta e tratamento de esgotos até 31 de dezembro de 2033.
Atualmente, em Mogi das Cruzes, o Índice de Atendimento de Água é de 95,14%. A meta é alcançar os 99% no final do curto prazo (2028). Já o Índice de Atendimento de Esgoto está em 62,64%, com estimativa de chegar aos 90% ao final do médio prazo (2033). Ambos os índices, portanto, ficam dentro dos prazos estabelecidos pelo Novo Marco do Saneamento.
“Para atingir essas metas, será importante a continuidade das parcerias e do diálogo retomado pela prefeita Mara Bertaiolli com os governos federal e estadual, a exemplo dos R$ 260 milhões para coleta e tratamento do esgoto, por parte do Estado, além de investimentos que serão feitos com verba federal e anunciados futuramente pela prefeita”, afirma o diretor-geral do Semae, José Luiz Furtado.
A revisão do PMAE começou em 2024 e resultou em um documento amplo e detalhado que traz um diagnóstico (com a situação atual dos serviços de saneamento na cidade) e um prognóstico (previsão da evolução do sistema e necessidades futuras, considerando fatores como crescimento populacional).
O prognóstico define ações para redução de perdas, ampliação da capacidade de captação, tratamento e reservação de água, expansão das redes de água e esgoto, implantação de novas estações de tratamento e soluções específicas para as áreas urbanas isoladas e para a zona rural. Essas propostas levam em conta as metas de curto (2026 a 2028), médio (2029 a 2033) e longo prazo (2034 a 2045).
Do total de investimentos estimados, cerca de R$ 1,5 bilhão serão destinados a obras de abastecimento de água e R$ 501 milhões para esgotamento sanitário.
O PMAE foi apresentado pelo engenheiro Giovani Mattos e pela professora Luciana Barreira, ambos da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), que prestou consultoria ao Semae na elaboração do plano. A equipe da FESPSP foi coordenada pelo professor Elcires Pimenta Freire.
“Já realizamos planos de saneamento em cerca de 500 municípios em todo o Brasil. Em Mogi das Cruzes, encontramos uma realidade muito boa, com uma autarquia municipal que possui um corpo técnico competente e um plano de saneamento já realizado anteriormente. Nunca fizemos um plano tão detalhado quanto este de Mogi das Cruzes”, ressaltou Freire. A revisão do PMAE atualiza o plano elaborado em 2017.
“Como mencionei, a captação de recursos externos será fundamental para colocarmos o plano em prática. Para isso, contamos com uma equipe técnica qualificada no Semae, que nos últimos anos foi responsável por obter verbas importantes para obras de esgotamento sanitário que já estão em andamento no Parque das Varinhas, Parque São Martinho, Jardim Nove de Julho e Sabaúna”, destaca o diretor-geral da autarquia.
Representando a Câmara Municipal, o vereador Milton Lins da Silva, o Bi Gêmeos, parabenizou o Semae pela revisão do PMAE e ressaltou a importância de a cidade contar com uma autarquia municipal.
“Ainda mais neste momento de crise hídrica, em que o abastecimento em Mogi das Cruzes está numa situação melhor do que em outros municípios da região. Haverá momentos difíceis, mas estamos seguros por termos uma empresa organizada”, afirmou o parlamentar, que integra a Comissão de Obras, Habitação, Meio Ambiente, Urbanismo e Semae, do Legislativo.
PMAE
O PMAE é um levantamento minucioso realizado pelo Semae, com a consultoria da FESPSP. Fruto de um intenso processo de análise e proposição, prevê um cronograma de obras e investimentos até 2045 em função da projeção de crescimento populacional e da malha urbana da cidade, norteando as ações da autarquia para os próximos anos.
O material é resultado da análise da situação atual dos serviços de saneamento e da previsão da evolução do sistema e necessidades futuras.
De acordo com o Departamento Técnico da autarquia, trata-se de um instrumento de planejamento setorial, em conformidade com as leis, normas e regulamentações federais, estaduais e municipais.
O plano vigente em Mogi das Cruzes foi elaborado em 2017, de acordo com a Lei Federal 11.455/2007, antes, portanto, do novo Marco Legal do Saneamento Básico, que é de 2020. “A partir de agora, vamos trabalhar em um cronograma para colocar em prática o novo PMAE, em consonância com o plano de governo da prefeita Mara Bertaiolli, que vê o saneamento como uma prioridade e um investimento preventivo em saúde pública”, conclui o diretor-geral do Semae.
Nesta terça (13), Semae apresenta em audiência pública proposta de revisão do Plano de Água e Esgoto
Nesta terça-feira (13/01), o Semae apresentará, em audiência pública, a proposta de revisão e atualização do Plano Municipal de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário (PMAE). O evento, aberto a todos os interessados, será no auditório do prédio-sede da Prefeitura de Mogi das Cruzes, a partir das 9h.
A audiência será um momento de discussão do documento, que estabelece metas e prazos para universalização dos serviços de saneamento na cidade, conforme estabelecido pelo Novo Marco Legal do Saneamento Básico (Lei Federal 14.026/2020).
O PMAE é um levantamento minucioso realizado pelo Semae, com a consultoria da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). Fruto de intenso processo de análise e proposição, prevê um cronograma de obras e investimentos em função da projeção de crescimento populacional e da malha urbana da cidade, norteando as ações da autarquia para os próximos anos.
O material apresentado para discussão é resultado de trabalho dos técnicos da autarquia, em parceria com especialistas da FESPSP, na análise da situação atual dos serviços de saneamento e previsão da evolução do sistema e necessidades futuras (abaixo, links para a página da audiência pública nos sites da Prefeitura e do Semae).
De acordo com o Departamento Técnico da autarquia, trata-se de um instrumento de planejamento setorial, em conformidade com as leis, normas e regulamentações federais, estaduais e municipais.
O plano vigente em Mogi das Cruzes foi elaborado de acordo com a Lei Federal 11.455/2007, antes, portanto, do novo Marco Legal do Saneamento Básico, que define como universalização o atendimento de 99% da população com água potável e de 90% com coleta e tratamento de esgotos até 31 de dezembro de 2033.
Na próxima terça, Semae apresenta em audiência pública proposta de revisão do Plano de Água e Esgoto
Na próxima terça-feira (13/01), o Semae apresentará, em audiência pública, a proposta de revisão e atualização do Plano Municipal de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário (PMAE). O evento, aberto a todos os interessados, será no auditório do prédio-sede da Prefeitura de Mogi das Cruzes, a partir das 9h.
A audiência será um momento de discussão do documento, que estabelece metas e prazos para universalização dos serviços de saneamento na cidade, conforme estabelecido pelo Novo Marco Legal do Saneamento Básico (Lei Federal 14.026/2020).
O PMAE é um levantamento minucioso realizado pelo Semae, com a consultoria da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). Fruto de intenso processo de análise e proposição, prevê um cronograma de obras e investimentos em função da projeção de crescimento populacional e da malha urbana da cidade, norteando as ações da autarquia para os próximos anos.
O material apresentado para discussão é resultado de trabalho dos técnicos da autarquia, em parceria com especialistas da FESPSP, na análise da situação atual dos serviços de saneamento e previsão da evolução do sistema e necessidades futuras (abaixo, links para a página da audiência pública nos sites da Prefeitura e do Semae).
De acordo com o Departamento Técnico da autarquia, trata-se de um instrumento de planejamento setorial, em conformidade com as leis, normas e regulamentações federais, estaduais e municipais.
O plano vigente em Mogi das Cruzes foi elaborado de acordo com a Lei Federal 11.455/2007, antes, portanto, do novo Marco Legal do Saneamento Básico, que define como universalização o atendimento de 99% da população com água potável e de 90% com coleta e tratamento de esgotos até 31 de dezembro de 2033.
“Convidamos os mogianos à leitura dos documentos disponibilizados online e à participação na audiência pública para conhecerem um pouco mais do sistema de saneamento e as propostas de universalização. A audiência é aberta a todos os interessados”, afirma o diretor-geral do Semae, José Luiz Furtado.
Semae realizará audiência pública sobre revisão do Plano de Água e Esgoto, no dia 13 de janeiro
No dia 13 de janeiro de 2026, o Semae apresentará, em audiência pública, a proposta de revisão e atualização do Plano Municipal de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário (PMAE). O evento, aberto a todos os interessados, será no auditório do prédio-sede da Prefeitura de Mogi das Cruzes, a partir das 9h, e permitirá um momento de ampla discussão do documento que estabelece metas e prazos para universalização dos serviços de saneamento na cidade, conforme estabelecido pelo Novo Marco Legal do Saneamento Básico (Lei Federal 14.026/2020).
O PMAE é um levantamento minucioso realizado pelo Semae, com a consultoria da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). Fruto de intenso processo de análise e proposição, prevê um cronograma de obras e investimentos em função da projeção de crescimento populacional e da malha urbana da cidade, norteando as ações da autarquia para os próximos anos.
O material apresentado para discussão é resultado de trabalho dos técnicos da autarquia, em parceria com especialistas da FESPSP, na análise da situação atual dos serviços de saneamento e previsão da evolução do sistema e necessidades futuras (abaixo, links para a página na audiência públicas nos site sa Prefeitura e do Semae).
Link Prefeitura
Link Semae
De acordo com o Departamento Técnico do Semae, trata-se de um instrumento de planejamento setorial, em conformidade com as leis, normas e regulamentações em níveis federal, estadual e municipal.
O plano vigente em Mogi das Cruzes foi elaborado de acordo com a Lei Federal 11.455/2007, antes, portanto, do novo Marco Legal do Saneamento Básico, que define como universalização o atendimento de 99% da população com água potável e de 90% com coleta e tratamento de esgotos até 31 de dezembro de 2033.
“Convidamos os mogianos à leitura dos documentos disponibilizados online e à participação na audiência pública para conhecerem um pouco mais do sistema de saneamento e as propostas de universalização. A audiência é aberta a todos os interessados”, afirma o diretor-geral do Semae, José Luiz Furtado.
Período de contribuições para revisão do Plano Municipal de Água e Esgoto termina neste sábado (06)
O período de contribuições via internet para a revisão do Plano Municipal de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário (PMAE) termina neste sábado (06/12). O Semae e a Prefeitura de Mogi das Cruzes disponibilizam, desde o dia 6 de novembro, em seus sites, a última consulta pública de apoio à atualização do PMAE, que estabelece metas, programas e prazos para universalização dos serviços de saneamento na cidade até 2033, conforme estabelecido pelo Novo Marco Legal do Saneamento Básico (Lei Federal 14.026/2020).
Os interessados em apresentar sugestões encontram online a síntese dos estudos elaborados e um link para o formulário pelo qual poderão enviar contribuições ao processo.
As dúvidas ou sugestões serão compiladas pela equipe responsável pela elaboração do estudo.
Na fase de diagnóstico, foi analisada a situação atual dos serviços de saneamento. Já o prognóstico fez uma previsão da evolução do sistema e necessidades futuras, considerando fatores como crescimento populacional.
O processo de atualização é composto de cinco etapas. As primeiras foram “Planejamento e plano de trabalho consolidado”, “Mobilização e participação social”, “Revisão e atualização do diagnóstico” (com consulta pública de 13 de novembro a 12 de dezembro de 2024) e “Prognóstico” (consulta pública de 30 de julho a 29 de agosto de 2025). Todas já finalizadas.
A fase atual é “Versão atualizada do PMAE”, que será seguida de audiência e consulta pública para aprovação do plano atualizado – a previsão é de que seja realizado ainda neste mês de dezembro.
O PMAE vigente em Mogi das Cruzes foi elaborado de acordo com a Lei Federal 11.455/2007, antes do novo Marco Legal.
O plano é um levantamento minucioso realizado pelo Semae, por meio da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e que prevê um cronograma de obras e investimentos, em função da projeção de crescimento populacional e da malha urbana da cidade. É um instrumento de planejamento setorial, em conformidade com as leis, normas e regulamentações em níveis federal, estadual e municipal.
Semae e Prefeitura de Mogi abrem última consulta pública para revisão do Plano de Água e Esgoto
O Semae e a Prefeitura de Mogi das Cruzes disponibilizam a última consulta pública de apoio à revisão e atualização do Plano Municipal de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário (PMAE), que estabelece metas, programas e prazos para universalização dos serviços de saneamento na cidade até 2033, conforme estabelecido pelo Novo Marco Legal do Saneamento Básico (Lei Federal 14.026/2020).
A partir desta quinta-feira (06/11), está disponível a síntese dos estudos elaborados para revisão e atualização do plano e um link para o formulário pelo qual os interessados poderão enviar sugestões e contribuições ao processo. O material ficará à disposição da população até o dia 6 de dezembro, nos sites da Prefeitura e do Semae.
As dúvidas ou sugestões serão compiladas pela equipe responsável pela elaboração do estudo.
Na fase de diagnóstico, foi analisada a situação atual dos serviços de saneamento. Já o prognóstico fez uma previsão da evolução do sistema e necessidades futuras, considerando fatores como crescimento populacional.
O processo de atualização é composto de cinco etapas. As primeiras foram “Planejamento e plano de trabalho consolidado”, “Mobilização e participação social”, “Revisão e atualização do diagnóstico” (com consulta pública de 13 de novembro a 12 de dezembro de 2024) e “Prognóstico” (consulta pública de 30 de julho a 29 de agosto de 2025). Todas já finalizadas.
A fase atual é “Versão atualizada do PMAE”, que será seguida de audiência e consulta pública para aprovação do plano atualizado – a data ainda será agendada.
O PMAE vigente em Mogi das Cruzes foi elaborado de acordo com a Lei Federal 11.455/2007, antes do novo Marco Legal.
O plano é um levantamento minucioso realizado pelo Semae, por meio da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e que prevê um cronograma de obras e investimentos, em função da projeção de crescimento populacional e da malha urbana da cidade. É um instrumento de planejamento setorial, em conformidade com as leis, normas e regulamentações em níveis federal, estadual e municipal.
Período de contribuições para revisão do Plano de Água e Esgoto termina na próxima sexta-feira (29)
O período de contribuições para a revisão e atualização do Plano Municipal de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário (PMAE) termina na próxima semana. Os interessados em apresentar sugestões via internet têm até sexta-feira, dia 29 de agosto. O Semae e a Prefeitura de Mogi das Cruzes disponibilizam em seus sites uma nova consulta para apoio ao processo de revisão, que está na fase de “prognóstico”.
O PMAE estabelece metas e prazos para universalização dos serviços de saneamento na cidade até 2033, conforme estabelecido pelo Novo Marco Legal do Saneamento Básico (Lei Federal 14.026/2020).
São disponibilizados o documento Síntese do Prognóstico e um link para o formulário pelo qual os interessados poderão enviar sugestões e contribuições ao processo.
Diferentemente da fase de diagnóstico, em que foi analisada a situação atual dos serviços de saneamento, o prognóstico faz uma previsão da evolução do sistema e necessidades futuras, considerando fatores como crescimento populacional.
O processo de atualização é composto de cinco etapas. As primeiras foram “Planejamento e plano de trabalho consolidado”, “Mobilização e participação social” e “Revisão e atualização do diagnóstico” (em que também houve consulta pública, de 13 de novembro a 12 de dezembro de 2024). Todas já finalizadas.
Após o “Prognóstico” (fase atual), haverá a etapa “Versão atualizada do PMAE”, seguida de audiência e consultas públicas para aprovação do plano atualizado.
O PMAE vigente em Mogi das Cruzes foi elaborado de acordo com a Lei Federal 11.455/2007, antes do novo Marco Legal.
As dúvidas ou sugestões poderão ser apresentadas pela população e serão compiladas pela equipe responsável pela elaboração do estudo.
O plano é um levantamento minucioso realizado pelo Semae, por meio da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e que prevê um cronograma de obras e investimentos, em função da projeção de crescimento populacional e da malha urbana da cidade. É um instrumento de planejamento setorial, em conformidade com as leis, normas e regulamentações em níveis federal, estadual e municipal,
A Lei Federal 14.026/2020 define como universalização o atendimento de 99% da população com água potável e de 90% com coleta e tratamento de esgotos até 31 de dezembro de 2033.
Índice de atendimento total de água em Mogi das Cruzes é de 91,66%. Quando considerada apenas a área urbana, de atuação do Semae, o atendimento é quase total: 99,48%.
Em relação ao esgoto, o atendimento total é de 84,12%, índice que sobe para 91,29% quando considerada somente a zona urbana. A cidade trata 62,76% do esgoto coletado.

